Faial Engenharia exemplifica a recuperação e reforço de estruturas em concreto armado com a execução de serviços prestados na capital paulista

No movimento natural de evolução dos meios de produção de maneira geral, na construção civil podemos observar as claras inovações dos materiais e técnicas para execução das edificações, sobretudo no que tange as estruturas em concreto armado.

Com a introdução e desenvolvimento de novos métodos de cálculo e de novos compostos de concreto, assim como o avanço de um conhecimento mais aprofundado dos materiais utilizados, as estruturas passaram a ser projetadas com margens de segurança mais reduzidas, tornando-se menos grosseiras, com o acabamento e aparência mais refinados.

Todavia esse domínio na formulação e execução do concreto gerou um controle mais frouxo da produção por parte dos engenheiros responsáveis, especialmente em obras menores, muitas vezes delegando-se aos encarregados de obra, cuja base de conhecimento quase sempre não é a ideal, o controle das ações.

Diante disto, considerando-se a exigência por prazos cada vez mais curtos, a desqualificação na mão de obra e a diminuição do poder aquisitivo em geral da população – sendo um grande impeditivo para a aplicação de materiais mais nobres e, até mesmo, as alterações ambientais como a poluição, além da escassez de recursos naturais (água) em determinadas localidades, temos hoje inúmeros produtos finais (edificações, equipamentos urbanos, pavimentação, etc.) de qualidade discutível, gerando deterioração precoce e deficiências de todas as ordens.

Necessidade de recuperação e reforço das estruturas em concreto armado

Como consequência dos fatores citados anteriormente é que surgem as patologias nas construções e no caso mais específico, a patologia das estruturas em concreto – ramo da engenharia civil que estuda as origens, formas de manifestação e mecanismos de ocorrências de falhas e deficiências das edificações, portanto, é uma área que se encontra em permanente desenvolvimento, pois a aparição de danos físicos e demais sintomas de deterioração acontece natural e gradativamente a partir do início da utilização e assim se sucede por toda a vida útil das edificações.

Atualmente, a recuperação e reforço das estruturas surgem com muita força dentro do segmento da indústria da construção civil, e vêm atender a necessidade do restabelecimento das condições primárias das estruturas avariadas (recuperação), ou promover adequações nos fatores de resistência das estruturas em função do uso (reforço).

A recuperação e reforço de estruturas em concreto armado estão cada vez mais frequentes no cotidiano da construção civil devido ao panorama que identificamos acima aliados preponderantemente aos seguintes fatores:

Envelhecimento das estruturas construídas nas décadas de 60 e 70, em eminência de atingirem o seu tempo de vida útil;
Utilização de materiais fora da especificação, como concretos de baixa resistência
Emprego da mão de obra desqualificada
Sobrecargas não previstas em projeto
Falta de manutenção adequada para sua conservação

O reforço de estruturas em concreto pode ser feito com diferentes materiais, dependendo do projeto elaborado por um calculista para tal.

Dentre os exemplos mais comuns, temos:

Reforço com acréscimo de armadura e aumento da seção do concreto em graute;
Reforço com perfis metálicos;
Reforço com chapa de aço colada;
Reforço com fibras de carbono;
Reforço com protensão exterior.

Referências de mercado em obras de reforço e recuperação de estruturas em concreto

Dentre as empresas especialistas em obras de reforço e recuperação de estrutura de concreto, citamos a empresa paulistana Faial Engenharia, que traz os seguintes exemplos práticos na execução deste tipo de serviço especializado, confira abaixo:

Obra RFM Alameda Santos

O projeto indicava aumento de seção da viga (aumento da área da viga) e acréscimo de armadura (ferragem). A Faial Engenharia executou a obra a partir do projeto do contratante. Ganchos foram usados para prender a armadura ao pilar antigo, ferros foram adicionados e depois foi realizada a concretagem com Graute.

Obs.: O prédio já estava com 20 andares e quase pronto pra uso. Constataram que os pilares do subsolo estavam com problemas, o concreto usado não passou no teste de resistência.

 

Fonte: Tem Sustentável